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Banco Central anunciou, novas medidas para reforçar o sistema de pagamentos instantâneos.

  • formalizeempresari
  • 26 de mar.
  • 1 min de leitura

O Banco Central (BC) anunciou, em março de 2026, novas medidas para reforçar a segurança do sistema de pagamentos instantâneos. A decisão ocorre após incidentes de segurança recentes, como o ataque hacker que levou à suspensão temporária do Pix no BTG Pactual em 22 de março de 2026. 



As principais atualizações e regras vigentes incluem:


Rastreabilidade Ampliada (MED 2.0): Desde fevereiro de 2026, as instituições financeiras são obrigadas a rastrear o dinheiro através de múltiplas camadas de contas intermediárias (contas "laranja"), facilitando a recuperação de valores desviados.


Bloqueio Automático de Contas: O sistema agora permite o bloqueio imediato de contas com fortes indícios ou denúncias de fraude.


Limites para Instituições Específicas: Instituições de pagamento não autorizadas ou que operam via provedores de TI (PSTIs) têm limite de R$ 15 mil por operação via Pix ou TED.


Marcação de Chaves Fraudulentas: O BC mantém um banco de dados compartilhado onde chaves utilizadas em fraudes são marcadas, impedindo que criminosos criem novas chaves na mesma ou em outras instituições.


Gerenciamento de Riscos para Bancos: Novas ferramentas foram liberadas para que os bancos ajam preventivamente em caso de movimentações atípicas. 


Vazamentos Recentes:

Recentemente, o BC também comunicou incidentes de exposição de dados (como chaves Pix e CPF) de cerca de 28 mil clientes da financeira Pefisa S.A., ressaltando que senhas e saldos bancários não foram comprometidos.


 
 
 

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